Dr Luan Góis

Epicondilite (cotovelo de tenista): quando o PRP ou BMA pode ajudar

Dor na parte externa do cotovelo que piora ao segurar objetos, apertar as mãos ou levantar peso costuma ter um nome específico: epicondilite lateral, popularmente conhecida como cotovelo de tenista, mesmo em quem nunca jogou tênis na vida.

Quando o tratamento convencional não resolve, PRP e BMA entram como possibilidades. Vale entender quando cada um pode fazer sentido, e quando não substituem outras abordagens.

O que é a epicondilite?

A epicondilite lateral envolve inflamação ou degeneração dos tendões que se fixam na parte externa do cotovelo, geralmente causada por movimentos repetitivos de extensão do punho. Apesar do apelido, ela afeta principalmente quem trabalha digitando, carregando peso ou realizando tarefas manuais repetitivas, não só atletas.

A dor costuma piorar ao segurar objetos, girar a mão ou fazer força com o antebraço, e pode se tornar crônica quando o tratamento não começa cedo o suficiente.

Quando o PRP ou BMA pode ajudar

Essas terapias costumam entrar na avaliação quando:

  • a epicondilite não responde bem a tratamentos convencionais, como repouso, fisioterapia e anti-inflamatórios;
  • o quadro já dura vários meses, sem sinal de melhora significativa;
  • o paciente busca uma alternativa menos invasiva antes de considerar cirurgia, quando há indicação.

Diferença entre PRP e BMA para essa condição

O sangue do próprio paciente origina o PRP, processado para concentrar plaquetas e fatores de crescimento. Já o BMA vem da medula óssea, geralmente coletada na região da bacia. Para tendões, como os do cotovelo, ambos podem entrar na avaliação, e a escolha depende do grau da lesão e do histórico do paciente. Entenda as diferenças completas entre PRP, BMA e infiltração com células-tronco.

Quando essas terapias não são a melhor escolha

Existem quadros em que elas não devem substituir outras abordagens, como:

  • ruptura completa do tendão;
  • instabilidade significativa do cotovelo;
  • casos com indicação cirúrgica clara, sem resposta esperada a tratamento conservador.

Como funciona a avaliação

No atendimento, Dr. Luan Góis investiga como a dor começou, quais movimentos pioram e quais tratamentos o paciente já tentou. Em seguida, ele realiza o exame físico, testando força de preensão e os movimentos que reproduzem a dor.

Quando necessário, ele solicita exames de imagem para confirmar o grau da lesão. Assim, ele define se o PRP, o BMA ou outro caminho faz mais sentido para aquele cotovelo específico.

Atendimento em Brasília

Dr. Luan Góis atende pacientes com epicondilite e outras dores no cotovelo em Brasília, sempre com avaliação individualizada antes de qualquer indicação de tratamento. Conheça também o PRP aplicado ao ombro.

Perguntas frequentes

Epicondilite sempre precisa de cirurgia?

Não. A maioria dos casos responde bem a tratamento conservador ou a terapias regenerativas, quando indicadas. A cirurgia costuma entrar em pauta só quando outras abordagens não funcionam.

Quanto tempo leva para o PRP ou BMA ajudar na epicondilite?

Isso varia conforme o caso. Muitos pacientes notam melhora gradual ao longo de algumas semanas, mas não existe um prazo garantido para todos.

Preciso parar de trabalhar durante o tratamento?

Depende da atividade. Movimentos repetitivos que pioram a dor costumam exigir ajuste temporário, mas a maioria dos pacientes mantém a rotina com adaptações.

Epicondilite só afeta quem joga tênis?

Não. Apesar do nome popular, ela afeta principalmente pessoas que fazem movimentos repetitivos no trabalho ou em atividades do dia a dia.

Quando devo procurar avaliação para dor no cotovelo?

Quando a dor persiste por várias semanas, limita a força de preensão ou atrapalha atividades simples, como segurar uma xícara ou apertar as mãos.

Conclusão

Epicondilite pode ser tratada de várias formas, e PRP ou BMA entram como opções quando o tratamento convencional não resolve. Entender o grau da lesão é o que define se essas terapias fazem sentido para o seu caso.

Se você tem dor no cotovelo que não melhora, fale com a equipe do Dr. Luan Góis e veja os horários disponíveis para uma avaliação em Brasília.

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Dr Luan Góis

Ortopedista referência no tratamento da dor em Brasília-DF

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